Augusto convive com múltiplas identidades que se manifestam em seu cotidiano. Cada uma assume o controle em momentos decisivos,
tornando difícil a aceitação de sua condição. No limite entre dor e redenção, ele descobre que a chave para reconstruir sua vida está em
encarar as sombras do passado e integrar suas próprias partes em busca de equilíbrio.